Ministério da Cultura, BNDES e Petrobras apresentam
15 A 22 DE SETEMBRO DE 2015 / BRASÍLIA / DF

Lançamentos

LIVROS

A CONSTRUÇÃO DO POÉTICO NO ROTEIRO CINEMATOGRÁFICO
de Ana Johann, Editora Moça, capa e arte de Jack Holmer

“Um roteiro é um documento de partida, que abriga objetos, coisas, pedaços de vida e, principalmente, o olhar de quem os criou. Depois de mais de um século de cinema, estudos sobre o processo de roteirização nos abastecem diante de estruturas e estratégias de dramaturgia.  Mas, como pensar o poético e o sensível a partir da construção do roteiro cinematográfico? Este é um trajeto sinuoso de entradas, encontros, pontos de vista sobre pássaros, cavalos e também Amor. Só pesquisamos aquilo que nos afeta - mas, lembrando que, afetar vem de afeto”. (Antonio Gramsci).

Ana Johann - roteirista, cineasta e professora, tem especialização em documentário pela Universidade de Barcelona e é mestre em comunicação e linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná. Dirigiu e roteirizou quatro filmes. Um Filme para Dirceu (2012), seu primeiro longa-metragem, foi Prêmio Especial de Júri no 45° Festival de Brasília de Cinema Brasileiro. Seu mais recente trabalho, o filme Notícias da Rainha (2013) ganhou os prêmios de melhor filme e melhor roteiro no 8° Encontro de Cinema e Vídeo dos Sertões e de melhor documentário ibero-americano no FEMCINE – Festival de Cinema de Mulheres no Chile, e de melhor direção de arte e design sonoro no 8° Cine-PE - Festival Audiovisual de Pernambuco e teve também participações em festivais como o Dei Popoli, na Itália, e no Edinburgh International Festival, na Escócia. Seu segundo longa-metragem, O que nos olha e seu primeiro curta de ficção Você ainda não está morta, estão em fase de montagem. Atualmente, é professora da Faculdade de Cinema, Universidade Estadual do Paraná, na disciplina de roteiro; é integrante do Cinecriare - Grupo de Pesquisa Cinema: Criação e Reflexão e, também leciona em cursos de pós-graduação em diversas universidades, além de ministrar oficinas de roteiro. É também realizadora, empreendendo seus próprios projetos com a sua produtora, a Capicua Filmes.


JORNAL DE CINEMA
de Vladimir Carvalho, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo/ Festival É Tudo Verdade 

Em comemoração aos 80 anos do cineasta Vladimir Carvalho, o livro Jornal de Cinema é uma edição da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo/ Festival É Tudo Verdade. Trata-se de uma coletânea de textos produzidos ao longo da carreira do documentarista. Muitos foram publicados em jornais, revistas e livros, outros são inéditos. Os artigos focalizam aspectos históricos e atuais do  cinema no nordeste; o cinema realizado em  Brasília; perfis de personalidades importantes do cinema sob a perspectiva da experiência de convívio com Vladimir; resenhas críticas de filmes brasileiros e ensaios sobre a própria produção cinematográfica, principalmente em relação aos filmes de longa metragem: O País de São Saruê; O Homem de Areia; O Evangelho segundo Teotônio; Conterrâneos Velhos de Guerra; Barra 68- sem perder a ternura; O Engenho de Zé Lins e Rock Brasília - era de ouro. Há ainda um texto sobre o seu filme em fase de edição: Cícero Dias, além de artigos sobre dois curtas: Paisagem Natural e Pedra da Riqueza. Com estilo elegante e saboroso, Vladimir oferece uma visão original sobre o cinema.

Vladimir Carvalho – nascido na Paraíba, trabalha e vive em Brasília desde os anos 1970, depois de longa atividade no Rio de Janeiro, quando foi colaborador de Eduardo Coutinho, Arnaldo Jabor e Geraldo Sarno. Professor da Universidade de Brasília. Exerceu forte influência na formação do movimento cinematográfico da cidade. Seu primeiro longa-metragem, O País de São Saruê (1971), permaneceu nove longos anos interditado pela censura e só liberado no período da anistia e da redemocratização do país. É autor ainda de O Evangelho segundo Teotônio (1984); Conterrâneos Velhos de Guerra (1990); Barra 68 - sem perder a ternura (2000); O Engenho de Zé Lins (2007) e Rock Brasília - era de ouro (2011), além de uma dezena de curtas e médias indispensáveis em nosso cinema, como A bolandeira (1967); Vestibular 1970 (1970) e Brasília segundo Feldman (1979). Quase todos os seus filmes foram alvo de prêmios e distinções, sendo detentor de três Margaridas de Prata, outorgadas pela CNBB aos filmes Pedra da Riqueza e O Evangelho segundo Teotônio e Conterrâneos Velhos de Guerra. Recentemente o seu mais novo documentário, Rock Brasília – era de ouro, conquistou no Festival de Paulínia o prêmio de melhor filme em sua categoria. É um dos fundadores do Polo de Cinema e Vídeo de Brasília e dirige a Fundação Cinememória, entidade privada, que tem por objetivo a preservação da memória audiovisual no Distrito Federal. É autor do livro Cinema Candango - matéria de jornal (2002).


CINEMA BRASILEIRO A PARTIR DA RETOMADA – ASPECTOS ECONÔMICOS E POLÍTICOS
de Marcelo Ikeda, Editora Summus Editorial

Baseado em extensa pesquisa, este livro traça um panorama das políticas públicas – sobretudo as cinematográficas – para o setor audiovisual brasileiro, compreendendo uma fase que vai de 1990 a 2014. Nesse período, essas políticas sofreram grandes mudanças, oscilando entre a profunda crise e momentos de incontida euforia, divididas em três momentos. O primeiro corresponde à reconstrução do apoio estatal ao cinema nacional, com a implementação do modelo de fomento indireto, com as leis de incentivo fiscal (Lei Rouanet e Lei do Audiovisual). No segundo momento, houve a consolidação do modelo estatal, com base na atuação de um “tripé institucional” formado pelo Conselho Superior do Cinema, pela Secretaria do Audiovisual e, especialmente, pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), cujos objetivos e pressupostos são detalhados ao longo do texto. O terceiro momento é de reavaliação desse modelo, marcado por novos rumos na política cultural brasileira, com o governo Lula. A obra busca relacionar as mudanças nas políticas culturais com as próprias transformações sofridas pelo Estado brasileiro. Mas não só: oferece uma ampla compilação – ilustrada por tabelas e gráficos – de dados sobre a captação de recursos incentivados e sobre a performance dos filmes brasileiros em diferentes mercados. E, no epílogo, aborda as políticas audiovisuais no primeiro governo Dilma e faz previsões para os próximos anos. Destinado a estudantes de comunicação, cinema e audiovisual, bem como a profissionais da área, estudiosos e pesquisadores, o livro é indispensável para todos aqueles que se interessam por esse importante ramo da economia criativa.

Marcelo Ikeda - é professor do curso de cinema e audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC). Mestre em comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF), sua dissertação, que originou esta obra, recebeu em 2012 o Prêmio Economia Criativa – Apoio a Estudos e Pesquisas, concedido pelo Ministério da Cultura. Trabalhou na Agência Nacional do Cinema (Ancine) entre 2002 e 2010, ocupando diversas funções, como assessor da diretoria e coordenador das Superintendências de Desenvolvimento Financeiro (SDF) e de Acompanhamento de Mercado (SAM). Ministrou diversos cursos e palestras sobre leis de incentivo e economia do audiovisual em instituições como Film & TV Business (FGV/RJ), Instituto de Estudos da Televisão (IETV) e Vila das Artes (CE). Também é cineasta, crítico de cinema e curador de mostras e festivais de cinema. 


CINEMA E CORDEL – JOGO DE ESPELHOS
de Sylvie Debs, Editoras Lume Filmes/Interarte, Distribuidora Lume Filmes

“Este livro de Sylvie Debs, estudiosa atenta do cinema nordestino, segue caminho singular nos estudos do cinema brasileiro. Em tempos de exaltação de valores e modelos de mercado, Sylvie investiga outras trilhas: as relações do cinema com formas tradicionais de expressão artística do povo brasileiro. A poesia popular do Nordeste, escrita em folhetos de cordel ou improvisada nas cantorias, tem inspirado, ao longo de décadas, o nosso cinema. Não apenas por meio dos temas que divulga, mas, também, e sobretudo, das formas pelas quais essa poesia se expressa. Estes artistas são portadores de uma essência ancestral que não se esgota, embora se transforme. É o que estamos assistindo em nossos dias com a parceria do rap e da embolada. Talvez um dia o cinema filme como os cantadores cantam. A relação entre cinema e poesia popular não se fez apenas por meio da busca de temas tradicionais do cordel, como o cangaço ou a comédia pícara. A aproximação mais rica se fez pela linguagem. E é aqui que este livro de Sylvie Debs, fina conhecedora das coisas do sertão e do cinema, abre caminhos que cabe ao leitor palmilhar”. (Geraldo Sarno).

Sylvie Debs - doutora em literatura comparada pela Universidade Le Mirail de Toulouse, a autora é considerada uma das maiores especialistas de cinema brasileiro na França. Já publicou Patativa do Assaré (2000), Os mitos do sertão: emergência de uma identidade nacional (2002) e Brasil: o ateliê dos cineastas (2004), assim como inúmeros artigos sobre cinema, literatura de cordel e cultura popular, em revistas especializadas. Foi produtora associada de filmes de longa-metragem e participou como jurado em festivais de cinema no Brasil e em outros países. Como adida de cooperação e ação cultural na Embaixada de França no Brasil (2006-2010), foi uma das organizadoras do Ano França-Brasil e, depois, no México (2010-2013), também como adida cultural, promoveu e participou de importantes eventos e intercâmbios culturais e artísticos entre o México e França. Sylvie Debs tem ampla experiência de difusão e cooperação cultural que a levou a participar de instituições e de seminários internacionais sobre a cultura contemporânea. Exerce o magistério na Universidade de Estrasburgo, França. A partir de 2013, retomou suas pesquisas sobre a cultura brasileira e, atualmente, coordena a Casa Brasileira de Refúgio - CABRA, a primeira fundada na América do Sul, recentemente criada, com apoio do PEN Clube do Brasil, e integrante da rede do International Cities of Refuge Network - ICORN, voltada para o apoio e proteção a escritores e artistas exilados, em situação de risco em seus países de origem. 


ESCUTA DO DESEJO
de Dinara Machado Guimarães, Editora Cia. Freud

Ensaios sobre psicanálise, cinema e literatura, de Dinara Machado Guimarães é uma leitura e discussão sobre o cinema atado à psicanálise em vários planos.    Inicialmente,  o  cinema escatológico, tendo como referência  a fantasia sustentada pelo desejo, tal como posto pela “psicanálise da pulsão”, é enlaçado à dinâmica libidinal do cinema como olhar e como voz, para desvelar,  no cinema escatológico,  as fontes originais da pulsão escópica.  Ao traçar os contornos do cinema escatológico como olhar (....), como voz (....) e como fezes (explorando as possibilidades estéticas baseadas na repressão anal), o resultado é um  entendimento da realidade objetiva como constituída pela fantasia.   Depois nos apresenta o cinema como uma representação da realidade com fantasia ou sem fantasia, quando somos postos diante de um “cinema pesadelo” que se expressa nas novas figuras do sujeito humano moderno. 

Dinara G. Machado Guimarães - psicanalista, escritora, doutora pela Escola de  Comunicação e Cultura  da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Formação em psicanálise pelo Centre Alfred Binet de Santé Mentale, Paris. Autora de Escuta do desejo: Ensaios em psicanálise, cinema e literatura (Cia de Freud, 2014); Voz na luz:  Psicanálise e cinema (Garamond, 2004); Vazio iluminado: o olhar dos olhares: Psicanálise e cinema - 2a.ed. (Garamond, 2004). Coautora de Sécheresse: Le silence comme voix du cinéma. In: Cinéma et Voyage, Paris, L’ Harmattan, 2007:  O  olhar é o avesso da consciência; In: Idéias de Lacan, 3ª. Ed. Iluminuras, 2001: La présence de l’absence e In: Filigrane, Gauvin, Gatineau, Québec, 2012


TERRA DISTANTE
de João de Lima Gomes, Editora Universitária/UFPB, 2014

O livro é fruto da tese de doutoramento do autor junto à Universidade de São Paulo e pesquisa a gênese do documentário Aruanda, de Linduarte Noronha, e o modo como o filme dialoga com outros três documentários brasileiros, na perspectiva de que embora os personagens reais dos filmes analisados tenham anseios de felicidade, a terra onde vivem é hostil e esse desejo torna-se uma utopia. A luta é do cinema, no aspecto dos criadores dos filmes, porém é também dos personagens reais que se inserem nessa luta. No plano estético, aborda ainda as principais tendências do documentário brasileiro na época desse diálogo (1960-1984) e suas relações com o jornalismo praticado por Linduarte Noronha à época da realizaçao do seminal documentário.  

João de Lima Gomes - professor universitário e documentarista.  Coordenador do curso de cinema e audiovisual da Universidade Federal da Paraíba, ex-diretor da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual. Desenvolve pesquisas sobre cinema documentário brasileiro e tem atuação em projetos de história e estética do cinema junto ao Programa de pós-graduação em Artes Visuais da UFPB/UFPE, onde também leciona. No Núcleo de Documentação Cinematográfica da UFPB é curador de várias iniciativas associando a memória e a preservação no contexto da região. Realizou para o programa DocTV Pericles Leal, o criador esquecido, em 2005, além de diversos curtas metragens com suportes variados.


ORSON WELLES: BANDA DE UM HOMEM SÓ
de Adalberto Müller, Editora Azougue

O livro está sendo lançado em Brasília, no ano do Centenário do grande diretor e dramaturgo norte-americano. Este livro-ensaio é o retrato de Welles como um artista nômade e múltiplo. Propomos uma visão intermídia de sua obra (cinematográfica, teatral e radiofônica) entrecruzada de elementos biográficos e documentos de arquivo. O livro se baseia em pesquisas realizadas na Yale University em 2013/2014 e em diversos arquivos e cinematecas, nos EUA e na Europa, além de uma leitura de toda a bibliografia wellesiana, e de entrevistas pessoais com os principais nomes da crítica wellesiana e da família de Welles (como J. Naremore, J. Rosenbaum, Chris Welles). O ponto de partida são algumas adaptações realizadas/inacabadas por Welles das obras Coração das Trevas (Joseph Conrad), Dom Quixote (Miguel de Cervantes) e Moby Dick (Herman Melville), que interessam sobretudo por seu caráter de inacabamento (e também porque foram pouco estudadas). Tal como ocorre com It's All True, documentário que Welles tentou fazer no Brasil, em 1942, a reconstituição e o estudo dos arquivos desses "ensaios" wellesianos revelam tanto o artista, nos seus embates pessoais e estéticos, quanto o mundo do entretenimento e da política. O livro é ilustrado com fotos inéditas dos arquivos da Universidade de Michigan (Special Collections) e da Lilly Library (Bloomington, Indiana). Selecionadas cuidadosamente de um acervo de mais de mil fotos (quase todas desconhecidas), as fotos apresentarão uma nova visão do contato genuíno de Welles com as artes e com a cultura (especialmente a brasileira).

Adalberto Müller - pós-doutor pela Yale University, Film Studies Program, sob supervisão de Dudley Andrew. Professor de teoria da literatura e de cinema e literatura na Universidade Federal Fluminense (UFF). Ex-professor de literatura francesa da Universidade de Brasília de 2003 a 2008. Foi membro do Conselho Deliberativo da Socine de 2009-2013. Escreveu e dirigiu, com Ricardo Carvalho, o curta-metragem (35mm, 15') Wenceslau e a árvore do gramofone, sobre a poesia de Manoel de Barros, exibido no Festival de Brasília em 2008. Dentre as diversas publicações, sobre literatura, cinema e mídia, encontram-se: Linhas imaginárias: poesia, mídia, cinema. P. Alegre: Ed. Sulina, 2012 (col. Imagem-Tempo); Muito além da adaptação: literatura, cinema e outras artes (7Letras/Capes, 2013, org.); François Jost & André Gaudreault - A narrativa cinematográfica (Editora da UnB, tradução). Atuou (2007/2008/2010/2011) como professor visitante de cinema e literatura e montagem na Université Lumière Lyon2 (França). 

DVD'S






HOMENAGEM AO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE HEINZ FORTHMANN

O Centro Técnico Audiovisual, da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, homenageia o centenário de nascimento de um dos maiores cineastas etnográficos do cinema brasileiro: Heinz Forthmann. A edição comemorativa do DVD, composta de quatro títulos, – Kuarup; Jornada Kamayurá; Rito Krahô; e Heinz Forthmann – apresenta algumas de suas obras, filmografia, biografia, fotografias e uma entrevista com o cineasta e pesquisador Marcos de Souza Mendes, quem dirigiu o filme sobre a vida de Heinz Forthmann.

Heinz Forthmann, nascido em 30 de agosto de 1915 em Hannover, Alemanha, mudou-se com sua família para o Brasil em 1932, onde optou pela nacionalidade brasileira. No Rio de Janeiro, aperfeiçoou-se em fotografia e iluminação com o retratista Rosembauer e estudou fotografia de cinema com Harald Schultz, etnólogo do Serviço Nacional de Proteção aos Índios (SPI), iniciando assim sua vida profissional de fotógrafo e documentarista. Foi no SPI que realizou com Darcy Ribeiro duas obras clássicas do cinema etnográfico brasileiro: Os Índios Urubus (1949/50) e Funeral Bororo (1953).

No inicio da década de 1960, contratado por vários produtores nacionais e internacionais, percorreu várias regiões brasileiras e países da América Latina. Com Kuarup (1961/62), Forthmann atingiu o auge de sua maturidade e rigor técnico como fotógrafo, montador e etnólogo. A interação desenvolvida com os Kamayurá,  que lhe rendeu anos mais tarde o filme Jornada Kamayurá, e a sensibilidade com que registrou danças e lutas tribais, tornaram esse filme um clássico do cinema brasileiro. Uma obra humanista, reveladora do profundo respeito que o realizador manteve pelos povos indígenas com quem conviveu.

Obra póstuma de Heinz Forthmann, Rito Krahô, filmado em 1971 na aldeia de Pedra Branca, norte do estado do Tocantins, permaneceu inacabado por 20 anos. Sua finalização obedeceu  à cópia  pré-montada pelo realizador e aos fragmentos dos cânticos originais gravados. 

Heinz Forthmann, 1985/1988, 55min, direção Marcos de Souza Mendes
Jornada Kamayurá, 1966, 12min, direção Heinz Forthmann
Kuarup, 1961/62, 20min, direção Heinz Forthmann

Rito Krahô, 1971/93, 28min, direção Heinz Forthmann

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