Ministério da Cultura, BNDES e Petrobras apresentam
15 A 22 DE SETEMBRO DE 2015 / BRASÍLIA / DF

Comissão/Júri

Comissão
de
Seleção

  • MOSTRA COMPETITIVA LONGA-METRAGEM
  • GIBA ASSIS BRASIL
    GIBA ASSIS BRASIL
    montador e professor de cinema e televisão. Realizou a montagem de 17 longas, entre eles: Tolerância (2000); Houve uma Vez Dois Verões (2002); Antes que o Mundo Acabe (2010) e Real Beleza (2015); mais de 30 curtas, como Ilha das Flores (1989); Deus Ex-Machina (1995) e Três Minutos (1999) e mais de 50 episódios de televisão, entre os quais Cena Aberta (2003); Decamerão, a Comédia do Sexo (2009); Mulher de Fases (2010) e Doce de Mãe (2014). Professor de cinema no curso de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (1994-2004). Membro do Conselho Superior de Cinema (2004-2009). Desde 2003, é professor do curso de Realização Audiovisual, na Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos.
  • JEFERSON DE
    JEFERSON DE
    estudou cinema na USP, onde foi bolsista da Fapesp com a pesquisa intitulada Diretores Cinematográficos Negros. Em 2000, publicou o manifesto Dogma Feijoada. Roteirista e diretor dos premiados curtas Distraída para Morte (2001), Carolina (2003) e Narciso Rap (2005). Em 2003, produziu e dirigiu filmes para os programas Brasil Total e Central da Periferia, exibidos na TV Globo. Em 2005, criou e dirigiu, junto à gravadora Trama, o programa TramaVirtual, exibido no Multishow. Desde 2006, é professor convidado de Direção na Academia Internacional de Cinemam - AIC. Seu longa de estreia, Bróder (Sony), foi selecionado no 60º Festival de Berlim e recebeu o prêmio de melhor filme pela Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA, além de onze indicações no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. O roteiro do filme foi selecionado no VI Laboratório de Roteiros do Instituto Sundance. Em 2013, dirigiu 26 episódios da série Pedro e Bianca, exibida na TV Cultura e ganhadora do Emmy Kids e a sexta temporada do Conexões Urbanas. Em 2014/15, dirigiu a série Condomínio Jaqueline e apresentou o programa Mais Direitos, Mais Humanos (TV Brasil). Em 2015, lançou seu longa O Amuleto (Paris Filmes/Downtown).
  • JULIANA REIS
    JULIANA REIS
    diretora e roteirista, realizou cinco curtas-metragens. Premiada pela adaptação de Cronopios Y Famas, de Julio Cortázar. Imago recebeu tutela da Kodak Europa; LES Enfants De Charbon, subvenções do CNC, Conselho d’Île de France, e foi licenciado pela TV France3. Dirigiu documentários para UNESCO e SOS Racismo. No Brasil desde 2005, assina projetos de ficção para os diretores João Jardim, Murilo Salles, Henrique Saladini, Kim Chapiron (França), e Themba Sibeko (África do Sul). Membro do colégio de leitores do CNC, professor de roteiro da Escola de Cinema Darcy Ribeiro e da Faculdade das Artes do Paraná. Coordenadora da oficina Escrevendo & Filmes, em parceria com o Tempo Glauber e diversos núcleos de produção digital. Atualmente, desenvolve projetos seriados para a televisão, coescrevendo com os Michel Fessler, roteirista francês, autor de A Marcha do Imperador (Oscar de melhor documentário), e os americanos Walther Bernstein (cf. The Magnificent Seven e Front) e Jeremy Pikser (cf. BULWORTH). Disparos, primeiro longa como diretora, recebeu prêmios de fotografia, montagem e ator coadjuvante no Festival do Rio 2012. Diretora convidada para realizar Anita And Margareth, projeto de longa metragem coprodução US-Brasil-Itália, filmagens Brasil e Sardenha, em 2016.
  • RENATO BARBIERI
    RENATO BARBIERI
    cineasta com uma carreira ligada ao cinema, à televisão, a filmes educativos e a processos de aprimoramento de obras audiovisuais. Nos anos 1980, foi integrante da produtora paulista Olhar Eletrônico, na qual dirigiu especiais para TV e os premiados documentários Do Outro Lado da Sua Casa, Duvideo e Expiação. Foi diretor do telejornal diário Jornal de Vanguarda, na Band. É autor de longa e premiada filmografia, com destaque para Atlântico Negro – na Rota dos Orixás; A Invenção de Brasília; Moçambique; Rudimentos; Terra de Quilombo – Espaços de Liberdade; Na Corda do Círio; Malagrida; Félix Varela; Monteiro Lobato; Vírgula, Ponto e Vírgula; Bianchett;, Mauricio de Sousa; Araraquara – Memórias de uma Cidade; Cidades Inventadas; A Revolta dos Cabanos; Guerra da Independência na Bahia e Cora Coralina – Todas as Vidas, dentre outros. Realizou as videoinstalações A Liga da Língua e Corpoalma. O longa As Vidas de Maria marca sua estreia na ficção. Idealizador e curador do Teste de Audiência, projeto inovador de aprimoramento do diálogo do Cinema Brasileiro com seu público, que exibiu mais de 80 títulos brasileiros de longa-metragem. É sócio-fundador e diretor da Associação dos Produtores e Realizadores de Filmes de Longa -Metragem do DF - Aprocine.
  • SÉRGIO MORICONI
    SÉRGIO MORICONI
    cineasta, professor e crítico de cinema da revista Roteiro. Dirigiu vários curtas, entre eles, Athos, uma homenagem ao artista Athos Bulcão. Colaborou no roteiro de diversos curtas e longas. Ao lado da Objeto Sim Projetos Culturais, é o criador e curador do Slow Filme - Festival Internacional de Cinema, Alimentação e Cultura Local, que acontece anualmente na cidade goiana de Pirenópolis. Participou como convidado dos festivais de Trois Continents e Toulouse, na França, e da Berlinale, na Alemanha. Curador de inúmeras mostras, como Nação Farkas, Vladimir 70 e Vladimir 80, Jim Jarmusch, Seijun Suzuki e Van Der Keuken. É o autor do livro Cinema – Apontamentos Para Uma História. Atualmente é o programador do Cine Brasília. Curador, durante vários anos, do Festival de Cinema Europeu de Brasília e apresentador das sessões quinzenais de filmes na Embaixada da França. Há quatro anos integra a comissão de organização e curadora do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
  • MOSTRA COMPETITIVA MÉDIA E CURTA-METRAGEM
  • GABRIEL MASCARO
    GABRIEL MASCARO
    Entre o cinema e as artes visuais, numa pesquisa do corpo e do poder, seu trabalho já circulou na 31ª Bienal de São Paulo, na Mostra Coletiva Tropical Uncanny (Museu Guggenheim, Nova York), no Museu de Arte Contemporânea de Barcelona, no MOMA Documentary Fortnight (MOMA, NY), na Mostra Coletiva First Look (Museum of The Moving Image, NY), na AB4 – Bienal de Atenas (Grécia) e no 32º Panorama da Arte Brasileira (MAM-SP). Mascaro foi premiado duas vezes no Festival Internacional de Arte Contemporânea Sesc/Videobrasil, e esteve em importantes festivais de cinema como Locarno, San Sebastian, IDFA, BFI Londres, IFFR – Roterdã, CPH: DOX, Oberhausen, Clermont-Ferrand, BAFICI, Miami e Indielisboa. Mascaro esteve no Programa de Residência Artística Videobrasil /Videoformes (França) e foi premiado com mais uma residência no Wexner Center for Arts (EUA). Seus trabalhos audiovisuais já foram exibidos em mais de 200 festivais internacionais. Realizou os filmes KFZ-1348 (2008); Um Lugar ao Sol (2009); As Aventuras de Paulo Bruscky (2010); Av. Brasília Teimosa (2010); A Onda Traz o Vento Leva (2012); Doméstica (2012) e Ventos de Agosto (2014).
  • MARCELA BORELA
    MARCELA BORELA
    realizadora audiovisual, pesquisadora e curadora com experiência em diferentes áreas do cinema, desde 2004. Formou-se, em 2006, em comunicação social pela Universidade Federal de Goiás - UFG, fez especialização (2008) e mestrado em histo?ria (2010), também pela UFG, investigando temas de história da arte brasileira (modernismo e modernidade), história visual e cultural, pensamento social brasileiro e historiografia da fronteira. Marcela foi diretora e programadora do Cine Cultura – Sala Eduardo Benfica em Goiânia, entre 2011 e 2013. É uma das responsáveis pelo Cinealmofada - cinema ao ar livre - e também colaboradora de outros projetos através da Barroca, sua produtora. Trabalhou em mais de 25 filmes e, como diretora e roteirista, realizou alguns curtas e um média-metragem, o DOCTV Mudernage. Atualmente, está em processo de montagem de dois longas, um deles vencedor do edital Longa.Doc Sav/Minc 2013. Borela é uma das criadoras e diretoras artísticas do Fronteira – Festival Internacional do Filme Documenta?rio e Experimental.
  • PABLO GONÇALO
    PABLO GONÇALO
    roteirista, crítico e professor de cinema. Possui doutorado em comunicação pela UFRJ e realizou sua pesquisa na Universidade Livre de Berlim sobre literatura, teatro e o cinema novo alemão. É membro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e de Audiovisual - Socine e participa da Society for Cinema and Media Studies - SCMS, assim como da Screenwriting Research Network - SRN. Atualmente é professor de cinema na Universidade de Brasília e no centro universitário IESB.

Júri

  • MOSTRA COMPETITIVA LONGA-METRAGEM
  • AMIR LABAKI
    AMIR LABAKI
    é crítico de cinema, curador, dramaturgo e cineasta. É o fundador e diretor do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários. Foi ainda por duas vezes diretor técnico do Museu da Imagem e do Som da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (1993-1995, 2003-2005). Formado em cinema pela Escola de Comunicações e Artes da USP em 1985, foi editorialista, crítico de cinema e correspondente cultural em Nova York da Folha de S. Paulo. Desde maio de 2002, é colunista do diário de economia e negócios Valor Econômico. Autor de treze livros de cinema e história, entre os quais O Cinema Brasileiro – De ‘O Pagador de Promessas’ a ‘Central do Brasil’ (1998) e Introdução ao Documentário Brasileiro (2006). Escreveu ainda para teatro a peça Lenya (2006) e cotraduziu e produziu a estreia brasileira de Depois do Ensaio, de Ingmar Bergman (2014). Dirigiu o documentário de longa metragem 27 Cenas sobre Jorgen Leth (2008) e a telessérie Cineastas do Real (2015). Desde novembro de 2004, Labaki dirige, escreve e apresenta o programa semanal de documentários É Tudo Verdade no Canal Brasil.
  • ANA CECÍLIA COSTA
    ANA CECÍLIA COSTA
    atriz profissional, bacharel em cinema (Estácio de Sá/RJ) e mestre em comunicação e semiótica (PUC/SP). Com mais de vinte anos de carreira, Ana iniciou sua trajetória como atriz no Curso Livre de Teatro da Universidade Federal da Bahia em 1989. Desde a década de noventa, tem atuado nas diversas emissoras do RJ e SP. Seus últimos trabalhos na TV Globo como Dona Virtuosa (Cordel Encantado, 2011) e Gaia (Jóia Rara, 2013) receberam destaque na crítica especializada. Foi assistente de direção do austríaco Herbert Brodl em dois longas-metragens, bem como assistente de montagem. Em Berlim, protagonizou em alemão, a peça Hahnemkamme, sob direção do polonês Andrej Woron, e atuou no filme Brain Dogs (direção Zsolt Bacs). No cinema brasileiro, atuou em Capitães de Areia (direção Cecília Amado), pelo qual ganhou prêmio Contigo 2012 de melhor atriz (júri popular); Garotas do ABC (Carlos Reichebach), entre vários curtas-metragens. Entre 2014 e 2015, atuou em quatro longas, que estão em fase de finalização: Jonas e a Baleia (direção Lô Politi); Lua em Sagitário (direção Márcia Paraíso); Escaravelho do Diabo (direção Carlos Milani) e 3x4 (direção Adriana Vasconcelos). Atualmente, está em cartaz no teatro em São Paulo com o espetáculo A Língua em Pedaços, sob direção de Elias Andreato.
  • CLÁUDIO MARQUES
    CLÁUDIO MARQUES
    dirigiu, roteirizou e montou  sete curtas, entre eles os premiados Nego Fugido e Carreto. Depois da Chuva, seu primeiro longa-metragem, estreou no 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, onde recebeu os prêmios de Melhor Ator (Pedro Maia), Roteiro (Cláudio Marques) e Trilha Sonora. A estreia internacional do longa foi no Festival de Cinema de Rotterdam, em 2014. Cláudio idealizou e hoje coordena o Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha, localizado no Centro Histórico de Salvador - Bahia. Ele também idealizou e coordena o Panorama Internacional Coisa de Cinema, festival que chega à 11ª edição em 2015.
  • IBERÊ CARVALHO
    IBERÊ CARVALHO
    é um dos sócios da produtora Pavirada Filmes. Nascido em Brasília em 1976, estudou antropologia, jornalismo e fez especialização em direção cinematográfica na Espanha. Sua primeira experiência com cinema foi como ator em oficina ministrada por Nelson Pereira dos Santos em 1995. Iniciou sua carreira como cineasta no ano 2000 com o curta documentário Cela de Aula vencedor do Festival de Cinema e Vídeo de Santo André. Seu primeiro trabalho de ficção, Suicídio Cidadão, recebeu diversos prêmios incluindo o de Melhor Filme 16mm no 36º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Como curta-metragista escreveu e dirigiu nove filmes que foram exibidos em festivais de diversas cidades do mundo, como Toulouse, Paris, Athenas, Bruxelas, Los Angeles, Seattle, Huston, Montevideo, Havana, Mazatlan, Caracas, Barcelona, Valência, Londres, Bilbao, Lisboa e em vários festivais brasileiros. Dentre as premiações que recebeu destacam-se o Coral de Melhor Curta no 31º Festival Internacional de Cinema de Havana, Cuba e Melhor Curta no Festival Internacional de Cinema do Panamá com o filme Para Pedir Perdão; e o prêmio Cartoon Network de melhor conteúdo para o público infantil no Festival Prix Jeunesse Iberoamericano, com o filme Procura-se. Em 2012, escreveu e dirigiu o documentário Maria Lenk, a essência do espírito olímpico exibido nos canais ESPN e ESPN Brasil. Seu primeiro filme de longa-metragem, O Último Cine Drive-in, recebeu diversos prêmios incluindo o de Melhor Filme no 18º Festival Internacional de Punta Del Este, no Uruguai, além de ter sido exibido nos festivais de Chicago, Beijing, Austin, Zanzibar, Rio, Gramado e La Plata.
  • JOEL ZITO ARAÚJO
    JOEL ZITO ARAÚJO
    há 26 anos que produz e dirige documentários e filmes de ficção sobre temas sociais relevantes para o país, especialmente aqueles ligados à população afro-brasileira. Seu primeiro longa-metragem, A Negação do Brasil, sobre a história do negro nas telenovelas brasileiras, ganhou o prêmio de melhor documentário brasileiro no festival É Tudo Verdade em 2001. O longa-metragem de ficção Filhas do Vento reuniu o maior elenco negro da história do cinema brasileiro e ganhou oito kikitos no Festival de Gramado, além de ter sido o filme vencedor do Festival de Tiradentes, em 2006. O longa-metragem Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado, documentário sobre o turismo sexual no país, foi exibido no Brasil e no exterior. Raça, seu ultimo longa, também participou de vários festivais nacionais e internacionais. Joel é PhD em comunicação pela Universidade de São Paulo (USP) e foi professor-visitante na Universidade do Texas, em Austin (EUA), onde fez seu pós-doutorado. Ele tem dois livros publicados, escreve extensamente sobre a mídia e a questão racial no país.
  • LUELANE CORRÊA
    LUELANE CORRÊA
    formada em cinema, pela Universidade Federal Fluminense. Dirigiu os documentários Machado de Assis (2008); A Cidade e o Poeta (2007) e Como se Morre no Cinema (2002), Sol de Oro no Festival de Biarritz e vencedor de 11 prêmios nacionais. Montadora e assistente de direção, Luelane trabalha com Nelson Pereira dos Santos desde o filme Memórias do Cárcere. Assina a montagem de A Música segundo Tom Jobim. Foi diretora assistente nos filmes de Hugo Carvana, com quem trabalhou desde O Homem Nu. Recebeu prêmio de Melhor Montagem pelos filmes Áurea, de Zeca Ferreira; O Quinze, de Jurandir Oliveira e Rio de Memórias, de José Inácio Parente. É orientadora de roteiro do Projeto Animação e do Revelando os Brasis, pelo Instituto Marlin Azul.
  • WERNER SCHÜNEMANN
    WERNER SCHÜNEMANN
    Werner Schünemann - ator, diretor e roteirista, nasceu em Porto Alegre em 1959 e se formou em história pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atuou em vários curtas, entre eles O pulso (1997), de HYPERLINK "http://www.filmeb.com.br/node/337547" \t "_blank" José Pedro Goulart, que também escreveu e pelo qual ganhou o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Brasília. É um dos fundadores da Casa de Cinema de Porto Alegre e dirigiu alguns longas-metragens premiados, como O mentiroso (1988), Melhor Filme, Melhor Direção e Prêmio do Público no Festival de Brasília; Me beija (1984), Melhor Direção no Festival de Brasília e Coisa na roda (1982). Seu trabalho mais conhecido é como ator, tendo atuado em filmes de destaque no cinema nacional, tais como Netto e o domador de cavalos (2010), de Tabajara Ruas; Nosso lar (2010), de Wagner de Assis; Histórias de Alice, de Oswaldo Caldeira; Bens confiscados (2004), de Carlos Reichenbach, com o qual recebe o prêmio de melhor ator no Cine Ceará; Quase dois irmãos (2004), de Lúcia Murat; Didi quer ser criança (2004), de Alexandre Boury e Reynaldo Boury; Olga (2004), de Jayme Monjardim; A paixão de Jacobina (2002), de Fábio Barreto e Netto perde sua alma (2001), de Beto Souza e Tabajara Ruas, prêmio do Festival de Brasília como Melhor Ator. Atuou também em novelas, como Passione, Senhora do destino, Começar de novo e Babilônia; e nas minisséries A casa das sete mulheres e JK. ator, diretor e roteirista, nasceu em Porto Alegre em 1959 e se formou em história pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atuou em vários curtas, entre eles O pulso (1997), de HYPERLINK "http://www.filmeb.com.br/node/337547" \t "_blank" José Pedro Goulart, que também escreveu e pelo qual ganhou o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Brasília. É um dos fundadores da Casa de Cinema de Porto Alegre e dirigiu alguns longas-metragens premiados, como O mentiroso (1988), Melhor Filme, Melhor Direção e Prêmio do Público no Festival de Brasília; Me beija (1984), Melhor Direção no Festival de Brasília e Coisa na roda (1982). Seu trabalho mais conhecido é como ator, tendo atuado em filmes de destaque no cinema nacional, tais como Netto e o domador de cavalos (2010), de Tabajara Ruas; Nosso lar (2010), de Wagner de Assis; Histórias de Alice, de Oswaldo Caldeira; Bens confiscados (2004), de Carlos Reichenbach, com o qual recebe o prêmio de melhor ator no Cine Ceará; Quase dois irmãos (2004), de Lúcia Murat; Didi quer ser criança (2004), de Alexandre Boury e Reynaldo Boury; Olga (2004), de Jayme Monjardim; A paixão de Jacobina (2002), de Fábio Barreto e Netto perde sua alma (2001), de Beto Souza e Tabajara Ruas, prêmio do Festival de Brasília como Melhor Ator. Atuou também em novelas, como Passione, Senhora do destino, Começar de novo e Babilônia; e nas minisséries A casa das sete mulheres e JK.
  • MOSTRA COMPETITIVA MÉDIA E CURTA-METRAGEM
  • ILANA FELDMAN
    ILANA FELDMAN
    é pesquisadora, crítica e professora. Doutora em cinema pela Escola de Comunicações e Artes da USP, com passagem pelo Departamento de Filosofia, Artes e Estética da Universidade Paris VIII, tendo desenvolvido a tese “Jogos de cena: ensaios sobre o documentário brasileiro contemporâneo”. Atualmente, realiza pós-doutorado em Teoria Literária no Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP, com pesquisa sobre cinema, testemunho e autobiografia.
  • MARCELO PEDROSO
    MARCELO PEDROSO
    graduado em jornalismo pela UFPE e membro da produtora pernambucana de cinema Símio Filmes. Dirigiu os longas-metragens Brasil S/A; Pacific (2009) e KFZ-1348 (2008) e os curtas Em trânsito e Câmara escura, entre outros. É também pesquisador e educador.
  • MARCUS MELLO
    MARCUS MELLO
    crítico de cinema, é um dos editores da revista Teorema. Entre agosto de 2004 e março de 2012 foi titular da coluna de cinema da revista Aplauso (edição 57 a 113). Formado em letras, é mestre em literatura brasileira pela UFRGS. Entre 2000 e 2013, foi programador da Sala P. F. Gastal, na Usina do Gasômetro, uma referência do circuito de exibição alternativa na capital gaúcha. Desde maio de 2013, é Coordenador de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria da Cultura de Porto Alegre, e atualmente também responde pela direção da Cinemateca Capitólio, inaugurada em março de 2015. Membro da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Tem artigos publicados nos livros Cinema dos Anos 90 (Editora Argos, 2005); Cinema Mundial Contemporâneo (Papirus Editora, 2008); Os Filmes que Sonhamos (Lume Filmes, 2011); Irmãos Coen: Duas Mentes Brilhantes (Caixa Cultural, 2012); Cinema sem Fronteiras – 15 Anos da Mostra de Cinema de Tiradentes: Reflexões sobre o Cinema Brasileiro 1998-2012 (Universo Produção, 2012) e Hitchcock é o Cinema (Fundação Clóvis Salgado, 2013), entre outros.
  • MARÍLIA ROCHA
     MARÍLIA ROCHA
    cineasta, dirigiu os filmes Aboio (2005), Acácio (2008) e A falta que me faz (2010). Seus trabalhos participaram de inúmeros festivais brasileiros e internacionais e exibidos em museus como MoMA, New Museum (NY) e Musée d’ethnographie Neuchâtel (Suíça) e homenageados com mostras especiais no festival Dokanema, em Moçambique, e Visions du Réel, Suíça. Foi uma das fundadoras do núcleo Teia e atualmente é parceira de Clarissa Campolina e Luana Melgaço na Anavilhana Filmes.
  • SANTIAGO DELLAPE
    SANTIAGO DELLAPE
    é diretor, roteirista e montador há 15 anos. Realizou sete curtas que ganharam mais de 30 prêmios. De sua filmografia, destacam-se Nada Consta (2006) e Ratão (2010), premiados em Brasília e Gramado. Roteirizou e codirigiu o longa documentário Plano B (2013), premiado no 46º Festival de Brasília e no 7º Festival de la Memoria Documental Iberoamericano, no México. É formado em audiovisual e jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), com pós-graduação em artes visuais e gestão cultural pelo Senac. Teve aulas com Robert McKee, Guillermo Arriaga e Fátima Toledo. Atualmente é presidente da Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV). Trabalha como diretor e roteirista do Núcleo de Documentários da TV Câmara e finaliza seu primeiro longa-metragem de ficção, Licença Prêmio, com lançamento previsto para 2016.
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