Ministério da Cultura, BNDES e Petrobras apresentam
15 A 22 DE SETEMBRO DE 2015 / BRASÍLIA / DF

Atividades

    Fórum

  • FÓRUM DE COPRODUÇÃO INTERNACIONAL



    O objetivo do Fórum de Coprodução Internacional é propiciar um espaço para troca, interação e divulgação das práticas entre as parcerias de coprodução recentemente experimentadas por produtoras, distribuidoras e festivais de cinema internacionais já consolidados. Busca-se, também, um diálogo mais específico com curadores e gestores de políticas públicas para o audiovisual, no âmbito internacional e brasileiro. Juntamente à mostra Continente Compartilhado, que exibirá um conjunto expressivo de filmes realizados em coprodução com o Brasil, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro visa abrigar, estimular e debater essa forma de realização e parceria.

    O Fórum é composto por três mesas distintas e complementares. Na primeira mesa, chamada Os festivais de cinema e a coprodução, pretende-se compartilhar o papel e a experiência dos festivais de cinema em fornecer um rico ambiente de troca, expresso nos filmes e nas coproduções que ora são apoiadas pelos festivais, ora são neles exibidas e divulgadas. Na segunda mesa, intitulada Desafios da coprodução no Brasil, serão debatidos casos específicos de coprodução vivenciados diretamente por realizadores. Mais do que uma ideia ou um projeto, as experiências mais diretas com coproduções de sucesso já implementadas revelarão as dificuldades e vantagens das escolhas por esse caminho. Na última mesa, Acordos e regulamentação da coprodução, foram convidados representantes de governos para relatar uma pauta de política pública e de incentivo às coproduções internacionais, sem a qual essas realizações e parcerias não alcançam todo o seu potencial.

    16 de setembro14h30, Kubitschek Plaza Hotel
    mesa 1: Os festivais de cinema e a coprodução
    convidados: Shari Frilot, Sundance Film Festival - Estados Unidos; Sylvie Debs, Festival Latino-Americano de Tolouse – França; Marcelo Panozzo, Bafici – Argentina.
    mediação: Anna Karina de Carvalho, BIFF.

    16h, mesa 2: Desafios da coprodução no Brasil
    convidados: Márcio Curi, Brasil - Líbano; Rodrigo Teixeira, Brasil – França; Isabel Martinez, – Brasil – Itália; Fabiano Gullane, Brasil – França; e Ricardo Castanheira, MPA
    mediação: Marcus Ligocki

    17 de setembro, 14h30, Kubitschek Plaza Hotel
    mesa: Acordos e regulamentação da coprodução
    convidados: Maria Lucrécia Cardoso, INCAA; Manoel Rangel, Ancine; Alejandro Pelayo, Cineteca México; Juan Carlos Maneglia,  Paraguai; Alfredo Manevy, SP Cine.
    mediação: Alfredo Manevy, SP Cine.

    Seminário

  • SEMINÁRIO CURADORIA E CIRCUITOS



    Nas últimas décadas, a curadoria vem obtendo um papel cada vez mais destacado nos trânsitos entre a criação, as instituições de artes e os espaços, oficiais ou alternativos, de circulação de obras e artistas. Num contexto histórico pós-industrial em que a possibilidade de produção de arte é um problema relativamente superado, a questão política – ética e estética – talvez, desdobre-se sobre as formas e os conceitos que guiam a seleção e a valorização das obras produzidas.

    Em foco, o próprio ofício da curadoria. Mais do que lidar conceitualmente com esse problema, o seminário visa compartilhar práticas e experiências diversas de curadores e festivais que raramente sentam lado a lado, na mesma mesa. Por isso serão cotejadas práticas de curadoria comuns às linguagens diferentes, como a literatura, o cinema e as artes visuais. Quais são os desafios e os limites da curadoria contemporânea? Quais são os aspectos éticos e estéticos que guiam as escolhas dos curadores? Quais são as pressões e os diálogos possíveis, pela prática da curadoria, entre a arte, o mercado, a crítica e o peculiar público contemporâneo de conteúdos culturais?  Quais são as formas e os espaços de interação entre os produtores culturais e as curadorias? Num instante em que a criação de circuitos volta à pauta, esse seminário pretende disseminar experiências nas quais os riscos de escolhas lançam importantes desdobramentos estéticos.

    19 de setembro, 14h30, Kubitschek Plaza Hotel, acesso livre
    mesa: Os lugares da curadoria
    convidados: Nicolas Azalbert, Cahiers du Cinema, Paris; Cleber Eduardo, Festival de Tiradentes; Antônio Junior, Olhar de Cinema, Curitiba; Marcela Borela e Rafael Parrode, Festival Fronteiras, Goiânia.
    mediador: Pablo Gonçalo, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

    Máster classes

  • DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA / ROTEIRO / PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA



    MÁSTER CLASS DE DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA, com Walter Carvalho
    16 de setembro, 15h, Kubitschek Plaza Hotel

    A máster class fala sobre o ofício do fotógrafo, a forma de trabalho com a narrativa, as implicações no trânsito da película ao digital, além de um mapeamento do status do fotógrafo, hoje, no cinema e no audiovisual brasileiro. 

    Walter Carvalho
    fotógrafo e cineasta brasileiro. Herdeiro do Cinema Novo, começou ajudando como fotógrafo e, aos poucos, foi assumindo outros projetos de fotografia em cinema até se tornar também, diretor de cinema. Sua apurada fotografia cinematográfica tem a marca inconfundível do cinema brasileiro da segunda metade do século 20, assim como testemunha as transformações sociais, políticas e culturais pelas quais o Brasil tem passado nas últimas décadas. Seu currículo no cinema possui mais de 80 obras, entre elas alguns dos principais longas que dirigiu Brincante (2014); Raul - O Início, o Fim e o Meio (2012); Budapest (2009); Moacir Arte Bruta (2005); Cazuza - O Tempo não Para (codiretor) (2014); Lunário Perpétuo (2003); Janela da Alma (2001).


    MASTER CLASS DE ROTEIRO, com Marcos Bernstein
    18 de setembro, 14h30, Kubitschek Plaza Hotel

    A máster class de roteiro trata do ofício do roteirista, a forma de trabalho com a narrativa, a construção dos personagens e da trama, além de um mapeamento do status do roteiro, hoje, no cinema e no audiovisual brasileiro.

    Marcos Bernstein
    diretor de Meu Pé de Laranja Lima (2012), baseado no best-seller internacional de José Mauro de Vasconcelos, com José de Abreu e Caco Ciocler, Marcos Bernstein estreou na direção com O Outro Lado da Rua (2004), com Fernanda Montenegro e Raul Cortez. Dirigiu ainda o documentário A Era dos Campeões (2011, codir. Cesário M Franco). Na TV, é autor de novelas na Rede Globo, como Além do Horizonte (2013) e de séries. Marcos iniciou sua carreira com os roteiros de dois longas-metragens de destaque do diretor Walter Salles: Central do Brasil, estrelado pela atriz indicada ao Oscar, Fernanda Montenegro, e por Marília Pera e Terra Estrangeira, com Fernanda Torres e Fernando Alves Pinto. Em seguida, fez o roteiro do último filme de Anthony Quinn, Oriundi. Escreveu ainda Chico Xavier; Faroeste Caboclo; Somos Tão Jovens.


    MASTER CLASS DE DIREÇÃO DE PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA, com Marcelo Torres
    22 de setembro, 14h30, Kubitschek Plaza Hotel

    A máster class aborda as etapas e procedimentos de um coordenador de produção na realização de um longa-metragem.

    Marcelo Torres
    diretor de produção, começou como assistente de produção e finalização de A difícil viagem (1981), de Geraldo Moraes. Depois foi assistente de produção do diretor Pedro Jorge em Tigipió (1984). Em 1986, atuou como coordenador de produção de No país dos tenentes, de João Batista de Andrade. Desde então, vem se dedicando a esse trabalho que acontece por trás das câmeras, seja como produtor de frente, produtor de locação até chegar a diretor de produção de diversos e famosos filmes nacionais, tais como Xingu (2012), de Cao Hamburger; Budapeste (2009), de Walter Carvalho; Linha de Passe (2008), de Walter Salles e Daniela Thomas; O passado (2007), de Hector Babenco; Os porralokinhas (2007), de Lui Farias; Cidade Baixa (2005), de Sérgio Machado; Cazuza - O tempo não pára (2004), de Sandra Werneck e Walter Carvalho; Diários de motocicleta, de Walter Salles; Central do Brasil (1998), de Walter Salles, entre outros.

    Debates

  • Debates com as equipes dos filmes de abertura
    e das mostras competitivas



    16 a 22 de setembro, 11h, Kubitschek Plaza Hotel, acesso livre
    Mediação: Maria do Rosário Caetano 

    Maria do Rosário Caetano - chegou, aos 15 anos, a Brasília, onde viveu por 25 anos, formando-se em Jornalismo e em Letras, na UnB. Trabalhou em diversos veículos, da cidade, como os jornais Correio Braziliense, Jornal de Brasília e na TV Globo-DF. Ganhou o Prêmio OK de Jornalismo, com reportagens sobre Geraldo Vandré. Reside há 20 anos em São Paulo. Colabora com a Revista de Cinema e com o jornal Brasil de Fato. É autora dos livros Cineastas Latino-Americanos  Entrevistas e Filmes e de três volumes da Coleção Aplauso (João Batista de Andrade, Fernando Meirelles e Marlene França). Escreveu ainda o livro 40 Anos do Festival de Brasília. Organizou as coletâneas ABD 30 Anos  Mais Que Uma Entidade Um Estado de Espírito, Cangaço, o Nordestern no Cinema Brasileiro e DocTV  Operação de Rede. Colaborou com o livro Alle Radici Del Cinema Brasiliano, publicado na Itália e traduzido pela Revista Alceu, da PUC-Rio. Para o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, organizou o livro Paulo Emilio Salles Gomes - O Homem que Amava o Cinema e Nós Que o Amávamos Tanto. Já foi homenageada pelos festivais de Recife, Tiradentes, Aruanda e Sergipe. Integra os quadros da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine).

    Lançamento DBCA

  • LANÇAMENTO DA DBCA -
    DIRETORES BRASILEIROS DE CINEMA E DO AUDIOVISUAL



    21 de setembro, 14h30, Kubitschek  Plaza Hotel
     

    A DBCA - Diretores Brasileiros de Cinema e do Audiovisual - tem como objetivos realizar a gestão coletiva dos direitos autorais dos diretores de cinema e do audiovisual no Brasil e a criação e manutenção de um trabalho de assistência social para os seus associados.

    Abertura do lançamento da DBCA – Diretores Brasileiros de Cinema e do Audiovisual
    Sylvio Back, presidente da DBCA; Juca Ferreira, ministro da Cultura, Horácio Maldonado, presidente da organização Writers & Directors Worldwide.
    coordenação: Renato Barbieri (Festival de Brasília)

    Mesa: Direitos autorais e as obras cinematográficas: um panorama sobre a situação mundial e desafios para os diretores brasileiros
    Sylvio Back, presidente da DBCA; Carlos Galletini,  pres.da DAC; Mário Mitrotti, pres. da DASC; Gustavo Meza Wevar; Victor Ugalde, pres. da Somedire; Yves Nilly, pres. Writers & Directors Worldwide; Marcos Souza, diretor do Dpto. de Direitos Intelectuais do Ministério da Cultura.

    Debate: Desafios e metas da DBCA na gestão coletiva de direitos autorais no Brasil
    Sylvio Back, Ricardo Pinto e Silva, Guilherme de Almeida Prado, Horácio Maldonado, Secretário Geral DAC (convidado)
    coordenação: Guilherme de Almeida Prado e Ricardo Pinto

    Realização: DBCA - Diretores Brasileiros de Cinema e do Audiovisual

    Eventos
Paralelos

  • FESTIVAL DE FILMES DE CURTA-METRAGEM /
    ENCONTROS / OFICINA / LANÇAMENTO



    EXIBIÇÃO O Outro Lado do Paraíso, de André Ristum, 101min (14 anos)
    20 de setembro, 17h, Teatro da Praça - Taguatinga

    WORKSHOP Cenografia de uma época - criação e realização, com Rita Andrade e Andrey Hermusche
    21 de setembro, 9h às 13h,  Cine Cultura Liberty Mall, sala 1


    1° FESTIVAL DE FILMES DE CURTA-METRAGEM DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE BRASÍLIA
    18 e 21 de setembro, 9h30, Cine Brasília
    A escola pública do Distrito Federal é, por natureza, fomentadora de cultura audiovisual. São muitos os alunos e professores que utilizam essa linguagem no processo ensino-aprendizagem. Para dar visibilidade a esse trabalho, incentivar e valorizar as produções do contexto escolar, nasceu o 1º Festival de Filmes de Curta-Metragem dos Alunos das Escolas Públicas de Brasília. Uma parceria da Secretaria de Educação do Distrito Federal com a Secretaria de Cultura, que coloca, pela primeira vez, os estudantes da rede pública do DF na posição de protagonistas, no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

    Nesta edição, a mostra contará com a participação dos alunos do nono ano do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da Educação Profissional e da Educação de Jovens e Adultos. A partir do tema A cara da cultura em sua cidade, o evento tem o  objetivo  de revelar, reconhecer e afirmar as identidades culturais dos estudantes e proporcionar a troca de experiências entre esses jovens das diferentes cidades.  Além disso, o 1° Festival de Filmes de Curta-Metragem das Escolas Públicas de Brasília presta uma homenagem ao cineasta Vladimir Carvalho, por sua enorme contribuição ao cinema brasileiro, brasiliense, assim como à educação e à cultura do Distrito Federal.

    Este evento, idealizado pelo Canal E da Secretaria de Educação, cumpre com a importante função de uma TV Educativa de oferecer o audiovisual em todas a dimensões e possibilidades.  Não se trata de um simples recurso, mas de uma linguagem que está cada vez mais presente no meio escolar. Portanto, cabe a uma TV educativa possibilitar à educação os diferentes olhares em torno do audiovisual e um deles é o da criatividade e da autoria.

    Acreditamos que o 1° Festival de Filmes de Curta-Metragem das Escolas Públicas de Brasília será um momento significativo que trará expressiva contribuição tanto para a cultura como para a educação do Distrito Federal.

    Realização: Secretaria de Educação do DF


    II ENCONTRO DO COLEGIADO SETORIAL DO AUDIOVISUAL DO DF
    21 de setembro, 14h30, Auditório da Biblioteca Nacional, 2º andar

    O encontro reúne diversos representantes de importantes entidades vinculadas ao audiovisual no DF, para avaliações da área e encaminhamento de uma proposta de agenda de atividades até o próximo Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2016. Assim também se pensa sobre a coordenadoria do audiovisual da Secretaria  e sobre o papel da cultura do DF. Além disso, será uma oportunidade aberta para que todos e todas que atuam nas áreas de cinema, TV, cineclubes, dentre outras, conheçam melhor o objetivo e as dinâmicas de ações previstas para o Colegiado Setorial do Audiovisual do DF e para as Câmaras Transversais dos Colegiados Setoriais de Cultura. O Colegiado Setorial de Audiovisual tem como missão organizar, propor e debater políticas públicas e diretrizes específicas para o setor audiovisual de Brasília e Distrito Federal. Durante o encontro serão apresentadas as ações para fortalecimento do setor, a partir do que o Colegiado do Audiovisual tem dialogado com a atual gestão da Secretaria de Cultura.

    mesa: Ana Arruda, André Muniz Leão, Helenise Brant, Luísa Caetano, ABCV - Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo e outros
    mediador: Adriano de Angelis.


    Realização: Colegiado Setorial do Audiovisual do DF


    3º ENCONTRO DE EXPERIÊNCIAS EDUCATIVAS NO AUDIOVISUAL
    21 e 22 de setembro, 14h30 às 16h30, Museu Nacional – auditório II

    Incentivar o debate, a troca de ideias e o fortalecimento das práticas educativas aliadas ao audiovisual são objetivos das diversas atividades paralelas do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos. Há oito anos no Brasil, a mostra realiza pela terceira vez o Encontro Internacional de Experiências Educativas no Audiovisual - Teorias e práticas educacionais no campo do audiovisual, no âmbito da programação do 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

    mesa: Ana Dillon, Diane Maia, Eloiza Gurgel Pires, Joel Pizzini, Juana Nunes Pereira, Maria Angélica dos Santos, Maurício Eça, Pola Ribeiro e Vânia Lúcia Quintão Carneiro 
    mediação: Claudia Castro (dia 21) e Camila Gregório (dia 22)

    Camila Gregório - estudante de Cinema da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e Claudia Castro, gestora cultural e musicista.

    Participantes:
    Ana Dillon -  é graduada em comunicação visual com domínio adicional de estudos em Imagem em Movimento pela Universidade Paris 3 – Sorbonne Nouvelle, especialização em roteiro na Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de Los Baños, em Cuba. É coordenadora dos projetos pedagógicos Cinemim (SMC e SME-Rio) e diretora do projeto Imagens em Movimento – programa de ensino de cinema em escolas da rede pública.

    Diane Maia - é produtora executiva de cinema. Produziu filmes como Entre Nós (2013), de Paulo Morelli e o recém-lançado, em cartaz nos cinemas, Carrossel – O filme (2015), de Mauricio Eça e Alexandre Boury.

    Eloiza Gurgel Pires - é artista visual, doutora em educação pela Universidade de Brasília UnB e atualmente é pesquisadora e professora adjunta da Faculdade de Formação de Professores - Dep. Educação - da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ.

    Joel Pizzini - é cineasta, pesquisador, autor de ensaios documentais premiados internacionalmente. Realizou os filmes Caramujo-Flor (1988); Dormente (2006). 500 Almas (2004) e Anabazys (2009) e Olho Nu (sobre Ney Matogrosso).

    Juana Nunes Pereira - é secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura.  Atua há mais de dez anos na área de formulação de políticas públicas, nos últimos seis anos com ênfase na área Cultural.

    Maria Angélica dos Santos - é graduada em sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista em projetos sociais e culturais pela mesma Universidade, especialista em Alfabetização em Classes Populares pelo Geempa.

    Maurício Eça - é cineasta, diretor de publicidade e de videoclipes. Dirigiu centenas de comerciais de TV e mais de 180 videoclipes para variados artistas musicais. No cinema, dirigiu Apnéia (2014) e Carrossel – O filme (2015).

    Pola Ribeiro - é secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura. Graduado em comunicação social pela Universidade Federal da Bahia e mestre em gestão social pela Escola de Administração da UFBA.  Iniciou sua trajetória profissional como produtor e diretor audiovisual. Realizou os filmes  Jardim das Folhas Sagradas e Axé do Acarajé.

    Vânia Lúcia Quintão Carneiro - é doutora em educação (Universidade de São Paulo). Pós-doutora em comunicação (Universidade de Sevilha). É professora associado da Universidade de Brasília - UnB. Coordena a área de Educação, Tecnologias e Comunicação (MTC-FE//UNB).


    II OFICINA DE AUDIOVISUAL PARA PROFESSORES, com Ciro Marcondes
    21 e 22 de setembro, 9h às 12h, auditório II do Museu Nacional

    A oficina aborda os conceitos de linguagem cinematográfica, narrativa e estética do cinema moderno, explorando os propósitos, constituição e prática da análise crítica. Sob o comando do pesquisador e crítico Ciro Marcondes, mestre em teoria literária e doutorando em imagem e som da Universidade de Brasília, a iniciativa pode ser resumida como um convite aos educadores para que escrevam seus próprios textos críticos, a partir dos conceitos relativos à imagem (fazer uma descrição plástica dos planos no que diz respeito ao enquadramento, composição, ângulo) ao som (por exemplo, off e in) e à estrutura do filme (planos, cenas, sequências). O objetivo da análise nesta oficina é, portanto, o de explicar/esclarecer o funcionamento de um determinado filme e propor-lhe uma interpretação. 

    Realização: Tábata Films no âmbito da programação educativa da 8ª edição brasileira do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos.

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